terça-feira, 30 de março de 2010

POESIAS DE LADY RUDGEN ( CRUEL DESTINO)




CRUEL DESTINO

ÉS MEU MOTIVO DE VIVER..
MEU BEM QUERER..
ÉS A FORTALEZA QUE ME ABRIGA...
MINHA ESTRELA GUIA....

ÉS MEU TUDO..
ÉS MEU NADA..
ÉS MINHA SOMBRA..
O AR QUE RESPIRO...

GOSTARIA EU QUE SEUS BRAÇOS 
ESTIVESSEM ENTRELAÇADOS AOS MEUS...

OH CRUEL DESTINO ..ÉS MEU AMIGO...
QUE TANTO ESTIMO...
MAS MESMO ASSIM ...
SOFRO SECRETAMENTE 
E DEDICO A TI UM AMOR SEM FIM....


BY LADY RUDGEN

terça-feira, 16 de março de 2010

POESIAS DE LADY RUDGEN ( MORRER POR VOCÊ)




MORRER POR VOCÊ


OH AMOR...QUE PROVOCA DOR...
OH AMOR...SOFRIMENTO!!!
AMAR A QUEM NÃO PODEMOS..
COMO PODE AINDA VIVERMOS?


DUAS ALMAS SEPARADAS...
DAS QUAIS O HOMEM DESUNIU !!!
RAROS MOMENTOS DE ALEGRIA...
NOSSAS ALMAS BRILHAM...BRILHO INTENSO...BELO MOMENTO.




DOR E SOFRIMENTO..NEM UM OLHAR..
NEM UM ACALENTO...
NEM UM SEQUER MOMENTO A SÓS.




OH HOMENS MALDOSOS DE CORAÇÃO DECIDEM POR ELES
SEM COMPAIXÃO...!!! QUE FUTURO INÓSPITO...MELHOR MORRER..
E PODER VIVER ETERNAMENTE O AMOR QUE SENTE.....






BY LADY RUDGEN


 

segunda-feira, 15 de março de 2010





 CRUEL DESTINO 


ÉS MEU MOTIVO DE VIVER..
MEU BEM QUERER.
ÉS  A RAZÃO DO MEU TUDO...
REDENÇÃO.
ÉS A FORTALEZA QUE ME ABRIGA..
ESTRELA GUIA.




ÉS MEU TUDO..ÉS MEU NADA...
ÉS MINHA SOMBRA...O AR QUE EU RESPIRO...
MINHA RAZÃO DE VIVER.


GOSTARIA QUE TEUS BRAÇOS ESTIVESSEM..
ENTRELAÇADOS AOS MEUS.


OH! DESTINO CRUEL COMIGO ...ÉS MEU AMIGO...
QUE TANTO ESTIMO...AOS OLHOS DE UM AMIGO..
MAS NO ÍNTIMO..ÉS MEU TUDO INFINITAMENTE
AMOR SEM FIM...
QUE SECRETAMENTE DEDICO A TI....

domingo, 14 de março de 2010

POESIAS DE LADY RUDGEN




NINFAS DO TEJO


TODA MULHER EM SUA ESSÊNCIA...SEDUZ ...RELUZ...
COM BRILHO NATURAL ...SEM MENOS PERCEBER  QUE O  TEM...
CLEÓPATRA .VENUS...ESTER ....NIFERTITI...ANAS E MARIAS ....
TODAS ELAS ...TEM A MAGIA DE UM SER EXPLENDOROSO..
CAPAZ DE ENVOLVER ....PERSUADIR ..E DIRIGIR A VIDA DE
QUALQUER HOMEM...!!!!


MULHERES JOVENS ...NÃO TÃO JOVENS ...NORMAIS ....GORGEOSAS..
SUNTUOSAS ....QUALQUER UMA ...!!! HIPNOTIZA ...SENSIBILIZA....
REALIZA...A CONTENTO O SEU PRAZER ....!!!


SÃO VERDADEIRAS NINFAS DO TEJO ..AS QUAIS CAMÕES TANTO
CITOU !!!...SONHO...MAGIA ...PERFÍDIA ...OU SERÁ DELÍRIO???
MULHER SERES FANTÁSTICOS ...LINDAS ...PORÉM TOME CUIDADO
POR TRAZ DE TANTA BELEZA..DELICADEZA E DESTREZA ...HÁ TAMBÉM
UM SER QUE PODERÁ TE FAZER UMA PRESA.....



BY LADY RUDGEN

POESIAS DE LADY RUDGEN




ANJO


Que na minha inexistência
Eu seja apenas um anjo
O teu anjo protetor

De ti zelarei com muito carinho e amor
Alegria te darei mesmo nos momentos de dor
Tu brilharas sempre com muito esplendor

A exaltação e a pura essência da vida tu herdarás
O cântico e a mais bela melodia de amor ouvirás
O amor e a paixão para sempre contigo estará

A paz, a harmonia e a beleza divina permanecerá
E assim está escrito, que eu seja eternamente
O teu anjo protetor.....




BY AMIGO ANJO!

sábado, 13 de março de 2010

POESIAS DE CHASTITY MAY




LÁGRIMAS


PORQUE TUDO SE TRANSFORMA EM LÁGRIMAS?
A VIDA PARECE NÃO TER MAIS SENTIDO...
TUDO SE TRANSFORMA E AO MESMO TEMPO FICA RADADO.


A VONTADE QUE SINTO É DE DESAPARECER...
NÃO DESAPARECER SOMENTE VIAJANDO...
E SIM DESAPARECER PARA SEMPRE, SUMIR, NÃO EXISTIR.


A SEMANA PASSA, ELA É DIFÍCIL...
CANSATIVA, ESTRESSANTE E TRISTE..
PORÉM CHEGA O DIA EM QUE POSSO DESCANSAR...
OU PELO MENOS PODERIA.


MEUS DIAS DE DESCANSO COMEÇA COM AGÔNIA..
ASSIM COMO NOS DIAS DA SEMANA...
CHEGA A NOITE, ELE DORME E ELA ESTÁ ENTERDIDA....
E EU AQUI COM VONTADE DE QUEBRAR ALGUMA COISA...
DE SAIR CORRENDO E GRITAR OU DE ABRIR UMA FERIDA BEM 
GRANDE NO MEU BRAÇO.




EU NÃO ENTENDO,
É UMA DOR INCESSANTE...
UMA DOR INEXPLICÁVEL..QUE PARECE QUE NÃO MUDA....
HOJE ESCREVO ESSAS BALELAS.


NEM O ALCOOL  RESOLVE MAIS...
NEM ELE SERVE MAIS COMO GELIL DA ALMA...
TALVEZ TENHA QUE PARTIR PARA ALGO MAIS FORTE...LOGO ESTAREI 
ESCREVENDO INHA DESPEDIDA.


TRISTE ISSO NÃO!!!
TALVEZ, PODE  SER OU SERÁ UM MERO DRAMA...
UM DRAMA PSICÓTICO SERÁ??
PARECE CENA DE FILME.


NÃO AGUENTO MAIS...
ATÉ QUANDO AGUENTAREI MAIS? 
NÃO TENHO MAIS PACIÊNCIA PARA TODA ESSA MELANCOLIA
TUDO VAI MELHORAR.


AÍ EU PENSO:
"O QUE SERÁ DA MINHA VIDA FUTURAMENTE?"
PODERIA SER MAIS FÁCIL DO QUE TODO ESSE SOFRIMENTO..
AGUARDAR A FELICIDADE OU TOMAR VENENO COM VINHO.




UMA PESSOA QUE ASSIM ME DISSE...
QUE TOMAR VINHO COM VENENO SERIA  UMA BOA PARTIDA..
E PENSANDO BEM ...SERIA MESMO!!!!
MAS A VIDA É BELA ..E TEM VÁRIOS CAMINHOS A SEGUIR....
DEVEMOS ENTÃO PROCURAR O NOSSO...PARA SER FELIZ....




BY CHASTITY MAY!!!

A INVENÇÃO DA ESCRITA


Hieróglifos é o conjunto de sinais pictográficos criados pela civilização egípcia, que comps primeiros sistemas de escrita da humanidade. Apesar de ter sido desenvolvida quase ao mesmo tempo da escrita cuneiforme – escrita desenvolvida pelos sumérios por volta de 4 000 a. C. – a escrita hieroglífica é considerada o segundo sistema de escrita da história.
A palavra hieroglifo tem origem grega, junção das palavras glyphein (escrever) e hieros (sagrado), pois os gregos achavam, equivocadamente, que a escrita tinha cunho religioso. Pelos egípcios, a escrita era chamada de medju-netjer (palavras dos deuses).
Desde os simples desenhos coloridos feitos em pedras que retratavam a natureza (seres vivos e objetos), até os desenhos revestidos em ouro que retratavam a vida dos faraós nas pirâmides, a escrita hieroglífica, ao longo dos 3500 anos em que foi utilizada, foi pouco modificada, mantendo-se pictográfica enquanto foi utilizada. São conhecidos mais de seis mil hieróglifos, embora apenas 700 deles tenham sido disseminados pelo Egito, entre os escribas, e a elite, de modo geral, pois grande parte dos egípcios permaneceu analfabeta.








, egípcio demótico e hieroglifosOs escribas eram as pessoas mais próximas ao faraó, e eram os responsáveis pela organização política, social e dos templos religiosos.
A demora e complexidade para executar a escrita hieroglífica fizeram com que os escribas desenvolvessem outro modo de escrita, baseada nos hieróglifos, porém simplificada, uma espécie de abreviação, chamada de escrita demótica.
Com o passar do tempo, os escribas desenvolveram, gradualmente, uma espécie de alfabeto hieróglifo, composto por 24 consoantes utilizadas na linguagem egípcia, sem vogais. Porém, esse esboço de alfabeto era utilizado como complementação de outros hieróglifos que representavam objetos ou seres vivos, por exemplo.
Os hieróglifos sofreram poucas modificações e/ou avanços ao longo dos 3 500 anos em que foi utilizado. A última inscrição em hieróglifos data do século IV, especificamente do ano 394 d. C.
O francês Jean François Champollion, conhecido como o “Pai da Egiptologia”, decifrou os hieróglifos em 1822, com a ajuda da Pedra de Roseta (um bloco de granito inscrições em grego...








, egípcio demótico e hieroglifosOs escribas eram as pessoas mais próximas ao faraó, e eram os responsáveis pela organização política, social e dos templos religiosos.
A demora e complexidade para executar a escrita hieroglífica fizeram com que os escribas desenvolvessem outro modo de escrita, baseada nos hieróglifos, porém simplificada, uma espécie de abreviação, chamada de escrita demótica.
Com o passar do tempo, os escribas desenvolveram, gradualmente, uma espécie de alfabeto hieróglifo, composto por 24 consoantes utilizadas na linguagem egípcia, sem vogais. Porém, esse esboço de alfabeto era utilizado como complementação de outros hieróglifos que representavam objetos ou seres vivos, por exemplo.
Os hieróglifos sofreram poucas modificações e/ou avanços ao longo dos 3 500 anos em que foi utilizado. A última inscrição em hieróglifos data do século IV, especificamente do ano 394 d. C.
O francês Jean François Champollion, conhecido como o “Pai da Egiptologia”, decifrou os hieróglifos em 1822, com a ajuda da Pedra de Roseta (um bloco de granito inscrições em grego são caracteres utilizados comumente, e dos quais, precisam-se somente cerca -se da esquerda à direta, e de cima para baixo.


A invenção da escrita egípcia ocorreu no período anterior ao estabelecimento das dinastias faraônicas. Os primeiros caracteres que conhecemos remontam, aproximadamente, ao ano 3200 antes da era cristã e já se apresentam como uma língua escrita plenamente desenvolvida. Além disso, alguns hieróglifos representam objetos que estavam fora de uso já há muito tempo no início da época histórica. Assim, e baseados em datas sugeridas pelo carbono 14, os estudiosos situam tal invenção em torno de 4000 a.C. Seja como for, por volta de 2800 a.C. o uso da escrita já estava generalizado no Egito. O fato da escrita egípcia ser complexa fazia com que a alfabetização fosse privilégio de uma elite. Ao que parece, não havia iletrados no âmbito da nobreza e os faraós, é óbvio, sabiam ler e escrever. Mas, apesar da escrita desempenhar importante papel na sociedade egípcia antiga, sua produção e o acesso a ela provavelmente não se estendeu pelo seio da população como um todo, tendo ficado confinada a uma elite educada: a realeza, os oficiais do Estado e os escribas.
Como acontecia com quase tudo no Egito antigo, havia também uma divindade associada com a escrita: chamava-se Seshat e era representada como uma mulher usando um vestido de pele de pantera e tendo na cabeça uma estrela de sete pontas e um arco. Segurava numa das mãos uma pena de escrever e na outra um tinteiro de escriba ou uma folha de palmeira. Era venerada sob o epíteto de Aquela que Ocupa o Primeiro Lugar na Casa dos Livros.
Os textos escritos deixados pelo povo egípcio são em muito maior número do que os deixados por qualquer outra civilização antiga. A escrita egípcia é formada basicamente por aquilo que se convencionou chamar de hieróglifos, termo grego que significa inscrições sagradas. Eles foram empregados principalmente nas inscrições ornamentais e nos monumentos. Conforme nos explica o arqueólogo Serge Sauneron, o estilo desses desenhos variou no decorrer do tempo: desenhos minuciosos e realistas nos tempos mais remotos, amplos sinais nervosos e regulares na fase raméssida, impecável preciosismo nos documentos saítas, profusão anárquica e confusa nos textos ptolomaicos.)

de 3.000 para a vida diária.
Quer aprender agora seu primeiro caractere? Clique nos caracteres em seguida para ver como escrevê-los.
E mais uma coisa para saber antes de começar: para escrever um caractere chinês, escreve 

de 3.000 para a vida diária.
Quer aprender agora seu primeiro caractere? Clique nos caracteres em seguida para ver como escrevê-los.
E mais uma coisa para saber antes de começar: para escrever um caractere chinês, escreve A escrita...
 
A escrita chinesa veio de uma pictografia antiga, que têm quase 4.000 anos de história e era gravada em ossos e cascos de tartarugas antigamente. Durante a longa história, a escrita se desenvolveu e enriqueceu muito, da pura pictografia para fonética, pictofonética, composto associativo, etc. Mesmo assim, na escrita chinesa de hoje, pode se ver ainda os traços da pictografia antiga. A figura 2 mostra o desenvolvimento de alguns caracteres durante a história.
No total, há mais de 50.000 caracteres existem na língua chinesa, dos quais 5.000 - 8.000...



Sendo formada por desenhos, a escrita hieroglífica era necessariamente difícil e demorada de ser executada. Para o uso cotidiano era preciso encontrar uma maneira mais prática de registrar atos adminis-trativos, redigir correspondências, etc. Os escribas inventaram então uma abreviatura dos hieróglifos e essa escrita foi batizada pelos gregos com o nome de hierática, que significa sagrada, porque quando eles a conheceram ela era usada apenas em textos religiosos, embora em tempos anteriores também tenha sido empregada na literatura, nos negócios e em outros documentos seculares. Cada sinal era reduzido a apenas alguns traços característicos. Poderíamos dizer que se tratava de uma taquigrafia. Alguns dos sinais hieroglíficos eram facilmente identificados no sinal hierático correspondente e outros nem tanto, principalmente se o sinal primitivo que representavam era demasiado rebuscado e complexo. Essa forma de escrita era particularmente adequada para uso sobre papiro ou pedaços de calcário. O texto era usualmente escrito com um pincel ou um pedaço de junco afiado. Usava-se tinta preta e a cor vermelha servia para destacar títulos e seções especiais. Sendo uma escrita cursiva, o hierático apresenta muitas vezes os sinais unidos uns aos outros, dificultando a leitura pelos estudiosos. Nesse tipo de escrita os arqueólogos encontraram várias espécies de textos: ficção narrativa, textos de instrução e filosóficos, hinos religiosos, poesias amorosas, inscrições reais, textos médicos, matemáticos, rituais e alguns livros funerários. Durante o 3º Período Intermediário (c. 1070 a 712 a.C) usou-se o hierático também para algumas inscrições em monumentos.
A partir da XXIV dinastia (c. de 724 a.C.) o uso do hierático foi preterido no dia-a-dia por uma nova escrita que surgiu proveniente do Delta e foi prestigiada pelas administrações faraônicas de Sais. Usada inicialmente apenas no norte do país, por volta de 600 a.C. era empregada em todo o Egito. Os egípcios chamavam-na de sekh shat, ou seja, escrita para documentos. Denominada pelos gregos de demótica, termo que significa popular, porque no Período Tardio (c. 712 a 332 a.C.) quando os gregos visitaram o Egito era reservada apenas para propósitos seculares, era uma escrita cursiva muito mais esquemática e na qual o primitivo sinal hieroglífico já não podia ser identificado. Nessa fase multiplicam-se as ligações entre os sinais e o vocabulário é renovado. No Período Ptolomaico, iniciado em 304 a.C., o uso do demótico foi estendido para composições literárias e textos científicos e religiosos. Enquanto que os hieróglifos podiam ser escritos da direita para a esquerda ou vice-versa, o hierático e o demótico eram escritos exclusivamente da direita para a esquerda. Na tabela acima, extraída da obra When Egypt Ruled the East de G. Steindorff and K. Seele, vemos uma comparação entre alguns sinais nos três tipos de escritas.
Nos últimos séculos da época dos faraós, durante o domínio ptolomaico e de Roma a escrita hieroglífica passou a ser usada exclusivamente pelo clero e o demótico e o grego passaram a ser empregados como escritas administrativas e do cotidiano das pessoas. O conhecimeto da velha escrita foi preservado nos templos e em escolas religiosas conhecidas como Casas da Vida. Paradoxalmente, foram criados milhares de novos sinais hieroglíficos nessa época e multiplicados os valores dos sinais já existentes. Os templos de Edfu e de Esna estão repletos de textos escritos com essa escrita hieroglífica renovada.
Com o avanço do cristianismo no território egípcio a escrita copta se desenvolveu, ao passo que as demais escritas nativas foram declinando. O copta é formado por 24 letras gregas combinadas com seis caracteres demóticos e esse sistema alfabético já estava bem estabelecido no século IV da era cristã. Gradualmente, entretanto, ele cedeu lugar ao árabe após 640 d.C.
Na ilustração do topo da página vemos escrita hierática da XII dinastia e o seu correspondente em hieróglifos; a seguir, escrita hierática da XX dinastia e o seu correspondente em hieróglifos e, finalmente, escrita demótica e o seu correspondente em hieróglifos.

Naturalmente, assim como na própria essência do design de objetos, a escrita nasceu da necessidade do homem de poder se comunicar e transmitir informações e conhecimento. Quanto mais o homem se organizava em grupos sociais e evoluía, mais necessitava de um sistema de escrita eficiente para poder registrar suas normas sociais, seus escambos e, no caso dos governos, seus impostos e taxas. No ano 3.400 a.C., os sumérios criaram um sistema de escrita rudimentar chamado cuneiforme. Esse sistema era baseado na formação de conjuntos silábicos, compostos por mais de 600 signos, que representavam objetos. O modelo influenciou, principalmente, os assírios e babilônios.Com o passar do tempo, esses povos simplificaram o sistema, acrescentando novos signos de acordo com a cultura local.
Com a expansão comercial e as expedições militares, esse sistema de escrita foi levado a outras regiões e povos do oriente. Por volta do ano 1.300 a.C., os fenícios desenvolvem o primeiro sistema alfabético de escrita, composto por 22 letras que, de forma abstrata e simples, tinham equivalência fonética com os sinais. Segundo Tubaro (1994), o alfabeto fenício é a base de praticamente todos os alfabetos que deram origem à escrita da grande maioria dos povos. Sua influência vai desde os semíticos setentrionais como o hebreu, sírio, árabe, armênio e mongol, até o etíope, amárico, coreano, birmano, javanês, cingalês, hindu e sânscrito, chegando ao grego e ao latim.
Para os gregos, o idioma e a escrita tinham valor fundamental em sua cultura, representando sua principal forma de ligação e unidade, o que superava, em importância, até mesmo o espaço geográfico que a eles pertencia. Prova disso são os inúmeros teatros e praças públicas onde expressavam suas idéia. O grego antigo tinha como base o alfabeto fenício e começou a ser difundido por volta do ano 900 a.C. A partir da escrita grega é que foi introduzida a direção da esquerda para a direita como forma de gravar as letras. Estas, por sua vez, também possuíam uma forma geométrica e regular, utilizando ângulos retos em seus desenhos.
Neste sentido, a estética grega, demonstrada claramente na escultura e na arquitetura, era também aplicada na tipografia, definida por cânones de harmonia e simetria. A disciplina grega facilitava a repetição e a multiplicação seriada das imagens simbólico-informativas. Essas imagens tomavam como modelo canônico a relação de proporção e simetria do corpo humano. Para Satué (1988), toda a estética grega, representada por sua arquitetura, escultura e tipografia, trazia em sua essência uma rigorosa organização em torno de um programa de comunicação intencional.






Tipografia Fenícia
A partir do século X, novas perspectivas se abriram para a Europa, alavancadas, principalmente, pelas cruzadas e pelo comércio com outras regiões. A expansão comercial e cultural testemunhou o nascimento de importantes cidades. Naquele período, surgiram também as primeiras universidades. E, junto com elas, vinha a necessidade de uma maior produção de manuscritos. Num universo de mudanças sociais e culturais, a forma da escrita também começava a se moldar para uma nova realidade. Influenciada pela carolíngia e pela estética gótica, ligada aos antigos povos bárbaros que haviam se cristianizado - deixando sua herança estética materializada em imensas catedrais pontiagudas - , surgiu a tipografia gótica.
Seguindo os mesmo conceitos estéticos da arquitetura , a tipografia gótica tinha uma disposição rigorosa: módulos repetitivos verticais, ângulos acentuados programas de identidade a serviço do totalitarismo foram produzidas na Europa feudal e na Alemanha nazista.
O que se percebe é que, até a invenção da imprensa, os desenhos de tipos geralmente surgiam em função de necessidades específicas e, com o passar do tempo, passavam a fazer parte dos intensos programas de símbolos e identidade aplicados pelas diversas instituições. No entanto, no século VIII, Carlos Magno, o soberano francês que conseguiu estabelecer a unidade na Europa feudal - que se encontrava despedaçada -, determinou que fosse desenhada uma tipografia única, visando demonstrar a imponência e a magnitude de seu império. Surgiu, então, a minúscula carolíngia. Essa tipografia naturalmente continuou mantendo a estética da uncial com diferenciais próprios em sua forma.
Carlos Magno também desenhou seu próprio monograma com suas iniciais, em forma de anel, com o qual assinava os documentos reais. O fato é que Carlos Magno se tornou o mais importante soberano da Europa medieval, sendo o responsável pelo restabelecimento de uma nova ordem social e cultural que resgataria a força da Europa no cenário mundial. A Igreja, então, apercebeu-se da importância da tipografia como símbolo gráfico e de identidade. Antes de Carlos Magno, por volta do século VI, já tinham surgido novas modalidades tipográficas em mosteiros de diferentes regiões da Europa, tais como a beneventiana, a merovíngia e a irlandesa. Esses tipos também funcionavam como uma marca de cada instituição, agregando aspectos culturais das regiões onde estavam situados os mosteiros.
A partir do século X, novas perspectivas se abriram para a Europa, alavancadas, principalmente, pelas cruzadas e pelo comércio com outras regiões. A expansão comercial e cultural testemunhou o nascimento de importantes cidades. Naquele período, surgiram também as primeiras universidades. E, junto com elas, vinha a necessidade de uma maior produção de manuscritos. Num universo de mudanças sociais e culturais, a forma da escrita também começava a se moldar para uma nova realidade. Influenciada pela carolíngia e pela estética gótica, ligada aos antigos povos bárbaros que haviam se cristianizado - deixando sua herança estética materializada em imensas catedrais pontiagudas - , surgiu a tipografia gótica.




Tipografia Grega
Seguindo os mesmo conceitos estéticos da arquitetura , a tipografia gótica tinha uma disposição rigorosa: módulos repetitivos verticais, ângulos acentuados e terminações pontiagudas. Ela se difundiu na Alemanha, a partir do século XV, dando origem a inúmeros outros tipos com desenhos mais populares que facilitavam a reprodução rápida. Sem dúvida, a tipografia gótica merece uma atenção especial quando se trata de ligação com aspectos culturais. Afinal, ela talvez tenha sido um dos maiores símbolos gráficos da cultura germânica, ao longo de séculos, expressando, em sua estética, muitas das características do povo germânico. Gutenberg usou tipos góticos para compor sua famosa Bíblia de 42 linhas, impressa em 1450.
Ao inventar a imprensa com tipos móveis, Gutenberg não tinha idéia de que sua criação revolucionaria a humanidade. Afinal, não se tratava apenas de um novo método de produção, mas começava a se desenhar a possibilidade da democratização do conhecimento. Assim, a invenção de Gutenberg viria a influenciar e ter função ativa em todos os grandes eventos sociais, políticos e culturais que aconteceram nos séculos seguintes. Naturalmente, após a invenção da imprensa, a tipografia seguiu uma nova trajetória estética, ligada ao Renascimento e aos ideais clássicos. Porém, por sua importância, profundidade e abrangência, este assunto exige uma nova e ampla abordagem, tema que exigiria um espaço muito maior do que aquele que dispomos para este artigo.
Alguns autores afirmam que o desenho tipográfico só teve início depois da invenção da imprensa. Eu, particularmente, entendo que a partir da existência de métodos de construção, começou também a existir o desenho tipográfico. Sendo assim, toda a trajetória histórica dos antecedentes do desenho tipográfico demonstra que a escrita e a tipografia sempre estiveram ligadas à necessidade do ser humano de se comunicar e de deixar registros de suas atividades. Porém, a tipografia sempre demonstrou uma estreita relação com o universo cultural e regional no qual estava inserida, distinguindo e proporcionando características únicas.
Segundo Villas Boas (2000), cada cultura possui uma singularidade intrínseca. Ainda segundo o autor, ela possui uma autenticidade potencial que a distingue, justifica e legitima enquanto cultura. Mais do que isso, esta cultura está vinculada a um sistema de representação único e singular em relação a outros. Não se pode esquecer que, acima de tudo, o design possui funções bem definidas, estabelecidas pelas necessidades uma instituição, povo ou nação.
A tipografia não é somente algo que nos serve como elemento funcional para a transmissão de informações. Ao contrário, possui seu valor do mesmo modo que uma marca faz parte da identidade de uma instituição. Além de seus valores funcionais, a tipografia também pode conter um universo simbólico que reflete determinados períodos, culturas ou mesmo personificar a informação.
Para saber mais:


O Hindi
hindi é a língua mais falada na Índia depois do Inglês. O hindi é uma língua neo-sânscrita que utiliza do caracteres dêvanágari para a escrita.
veja as consoantes hindi

Hindi Português
मैं (main)-eu
आप (aap)- tu/você
तॅम (tum)- tu/você
तॅ (tuu)- tu (muito informal)
येह/वह (yeh/woh) - ele, ela, eles, elas
हॅम (ham) - nós

0 - शून्य - shunya
1 - एक - ek
2 - दो - dô
3 - तीन - tín
4 - चार - tchar
5 - पांच - pantch
6 - छः - tchê
7 - सात -sat
8 - आठ - aath
9 - नौ - nò
10 - दस - dâs
11 - ग्यारह - gyara
12 - बारह - baara
13 - तेरह - têra
14 - चौदह - tchòda
15 - पन्द्रह - pandrah
16 - सोलह - sola
17 - सत्रह - satrah
18 - अठारह - atrah
19 - उन्नीस - unís
20 - बीस - bis
30 - तीस - tis
40 - चालीस - tchalis
50 - पचास - patchas
60 - साठ - saath
70 - सत्तर - satar
80 - अस्सी - assí
90 - नव्व - nabê
100 - सौ - sò
1000 - एक हजार - ek hajar
100000 - एक लाख - ek lakh


VISÃO GERAL
O termo "sânscrito" é uma derivação para o seu original "samskrita" que significa "refinado", "consagrado" ou "santificado". O sânscrito é a língua clássica da Índia e atualmente uma de suas 22 línguas oficiais, sendo atualmente falada por milhões de pessoas. Sua forma mais antiga encontra-se no Rig Veda, composto entre os 2º e 3º milênios a.C.
O sânscrito não é especificamente uma língua escrita, mas sim uma maneira aperfeiçoada ou refinada de se comunicar verbalmente. Basta lembrar que até o período da composição ou catalogação dos Vedas o conhecimento era passado apenas de memória de mestre a discípulo, sem o auxílio de anotações (o que de fato ainda acontece em muitas partes da Índia). Sua forma de produzir os sons é de tal modo tão natural e perfeita que se torna muito fácil a assimilação de assuntos e a transmissão de idéias e conceitos, além de poder criar um número ilimitado de novas palavras a partir de uma raiz única.
Em sua forma escrita, o devanagari é o alfabeto mais utilizado, tendo sido usado tanto nos Vedas quanto em outras escrituras antigas importantes. Abaixo se encontra uma quadro que apresenta outros alfabetos além do devanagari para o uso do sânscrito...






 DEVANAGARI






A devanagari (é substantivo feminino) é o principal alfabeto utilizado para escrever  Sânsiscro oDevanägari significa literalmente "[escrita] urbana dos deuses" (ver dicionário), pois é formada por deva, "deus" e nagari, que é o feminino de nagara, "urbano". A forma feminina nagari é utilizada aqui para justificar a aplicação do substantivo feminino lipi (ver dicionário), que significa "escrita". Uma outra tradução seria "[escrita] da cidade dos deuses". Não há uma explicação clara para o uso deste título, mas há a possibilidade de ser devido a duas causas: i) a cidade aqui se refere ao corpo humano, onde os diversos poderes inerentes podem se revelar com a aplicação correta destes sons sagrados (como na prática do mantra); e ii) o termo "urbano" é empregado para distinguir a forma de escrita erudita utilizada pelos sacerdotes, daquela coloquial ou secular utilizada nos campos ou pelas classes servis. Era nesta escrita que os sábios colocavam toda a sua antiga sabedoria e experiência obtida nos longos anos de prática contemplativa e realização, de modo que estes ensinamentos são considerados por si mesmo uma revelação, dada diretamente por Deus ou pelos diferentes deuses que compõem o panteão Hindu. Isso explicaria o fato de ser considerada uma "[escrita] urbana dos deuses".
Tem como características o fato de que cada uma de suas letras apresentar um som único (o que não é o caso do português, como por exemplo o "x", que pode ser usado para "xalé", "ex-", "exílio", etc.) e apenas uma única forma de escrita (não tem maiúsculas ou minúsculas, nem acentuação, nem variação como o "ç").
Cada uma de suas consoantes têm a vogal inerente "a", mas que pode ser mudada através de diferentes sinais. Além de ser escrita da esquerda para a direita, suas palavras são escritas juntas e sem espaços, e quando estes surgem indicam o ritmo ou tempo de respiração.



CONCLUSÃO: APÓS O SURGIMENTO DAS LÍNGUAS ROMÂTICAS ...A TIPOGRAFIA DE LÍNGUAS  ANTIGAS ...FORAM SE MISTURANDO AO ROMAN TYPE ....FICANDO MAIS FÁCIL ASSIM A COMUNICAÇÃO ...SENDO QUE NA íNDIA FALA MAIS O INGLÊS QUE O PRÓPRIO HINDI..!!!!
õem um do

TEXTOS ENVIADOS PELO AMIGO OBSERVADOR ...QUE CONSTANTEMENTE ENFEITA MINHA PÁGINA DO ORKUT

   





Tenha sempre presente que a pele se enruga,
o cabelo embranquece,
os dias
se convertem em anos...
mas o que é importante
não muda.
A tua
convicção e força interior
não têm idade.
Atrás de cada linha de
chegada,
há uma de partida.
Atrás de cada conquista,
há um novo
desafio.
Enquanto estiveres vivo,
sinta-te vivo.
Se sentes saudades do
que fazias,
volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias
amareladas.
Continua
quando todos esperam que desistas.
Não deixes que
enferruje
o que existe em ti.
Quando não conseguires correr atrás dos
anos,
marche.
Quando não conseguires marchar,
caminhe.
Quando não
conseguires caminhar,
use uma bengala.
Mas não te
detenhas...
Jamais!

POESIAS DE LADY RUDGEN ...(ME LEVA PARA QUALQUER LUGAR)



ME LEVE PARA QUALQUER LUGAR


ME LEVE PARA QUALQUER LUGAR AONDE EU POSSO
SER FELIZ ...ME ENVOLVA E SUAS ASSAS ENORMES ..
FORTES DE DELICADAS ....


ME LEVE PARA QUALQUER LUGAR...
UM BELO E INFINITO LUGAR CHEIO DE MISTÉRIOS
QUE SUAS ASAS IRÃO ME LEVAR....


PARA QUE EU POSSAS TER PAZ ...VIVER FELIZ
LONGE DAQUI ....PARA QUALQUER LUGAR .
AONDE O SOL BRILHA ...AS ESTRELAS NO CÉU
NOS GUIEM O CAMINHO PARA CHEGAR EM NOSSOS
DESTINOS ....


AGARRADA EM SUAS ASAS ME SINTO PROTEGIDA
POIS ESTAREI LIVRE DESSA VIDA AONDE E FAZ CHORAR...
SEM DESTINO ...SE PENSAMENTOS ..PORQUE SEI ..
QUE IRÁ ME SALVAR....
VOU TRANQUILA E DESPRENDO DA VIDA
PARA ONDE NÃO QUERO VOLTAR ...


VOCÊ ANJO DA NOITE ....E TRAZ FLORES ..ANUNCIANDO
O BELO AMANHECER ...E QUE NOSSA JORNADA TEVE FIM..
PARA QUALQUER LUGAR AONDE POSSAMOS SER FELIZES.......

POESIAS DE LADY RUDGEN ( ANGELUS)






ANGELUS

SERÁ QUE ANJOS EXISTEM......??
EXISTEM SIM ...NOS NOSSOS CAMINHOS..
A NOS ACALANTAR A TODO MOMENTO ...
A NOS AJUDAR A TODO INSTANTE ..
 A NOS PROTEGER ..ENQUANTO CONFUSOS.


ANJO ...PODE SER FORÇAS DIVINAS ..
OBRA PRIMA DE DEUS ...QUE SURGE E NOSSOS
CAMINHOS SEM QUE PERCEBAMOS  E NOS
CONFUNDIMOS TANTO A RAZÃO DE SER SER,


SERES EXTRAORDINÁRIOS ....QUE PASSAM
SUA VIDA EM CLARO ANOS PROTEGER ...
A NOS GUIAR ...A NOS DAR PAZ SALUTAR...
PORQUÊ DE NÃO ACREDITAR.


PESSOAS SENSÍVEIS ...PERCEBE A PRESENÇA..
DESSES SERES ALADOS ...ABENÇOADOS ...
QUE VÊEM ARMADOS COM A JUSTIÇA DIVINA..
A LUTAR POR NÓS.


ANGELUS QUE EM LATIM É O NOME ...
MAS QUE POSSA TER QUALQUER NOME..
ATÉ MESMO UM NOME SIMPLES QUE CHAMAMOS
DE AMIGO ....QUE DEUS ENVIA EM TODOS CAMINHOS
PARA SER O AMPARATO DE NOSSAS VIDAS .....
E QUE NUNCA NOS DEIXARÁ A MÍNGUA ...POR ISSO ANJOS
SÃO COMO AMIGOS QUE ETERNAMENTE ANDAM COMIGO.....

 BY MAGDALENE   RUDGEN!!!

sexta-feira, 12 de março de 2010

CURIOSIDADES E INTERTEXTUALIDADE ...SOBRE FICÇÃO E REALIDADE (FILMES)

FILMES TAIS COMO GODZILA..ARMAGEDOM ... INDEPENDENCE DAY E OUTROS SÃO ESTÓRIAS FICTÍCIAS QUE RESSALTAM ESTERIÓTIPOS SOBRE A DESTRUIÇÃO DA AMÉRICA..QUE INCONSCIENTEMENTE FORAM COPIADOS POR BIN LADEN PARA O ARQUITETAMENTO DO ATAQUE DAS TORRES GÊMEAS EM 2001...!!!!UMA CENA DO FILME GODZILA É EXATAMENTE IGUAL ...ÀS IMAGENS DA DESTRUIÇÃO DAS TORRES GÊMEAS..NOS ESTADOS UNIDOS!!!







CONCLUSÃO: A INTERTEXTUALIDADE QUE REMETE OS FILMES NA VERDADE ..DENOTA UMA COMUNICAÇÃO ATRAVÉS DE ESTÓRIAS FICTÍCIAS QUE FAZEM PARTE DE NOSSA REALIDADE DE ALGUMA FORMA....TAL COMO OS ACONTECIMENTOS FATÍDICOS DAS TORRES GÊMEAS NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA ..O QUAL NO FILME O GRANDE GODZILA ..REMETE AO TERRORISTA BIN LADEN....

quinta-feira, 11 de março de 2010

ORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA


A língua portuguesa é uma língua românica, flexiva que se originou no que é hoje a Galiza e o norte de Portugal, derivada do latim vulgar falado pelos povos pré-romanos que habitavam a parte ocidental da península Ibérica (Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios) há cerca de dois mil anos. O idioma se espalhou pelo mundo nos séculos XV e XVI quando Portugal estabeleceu um império colonial e comercial (1415-1999) que se estendeu do Brasil, nas Américas, a Goa, e outras partes da Índia, Macau na China e Timor-Leste. Foi utilizada como língua franca exclusiva na ilha do Sri Lanka por quase 350 anos. Durante esse tempo, muitas línguas crioulas baseadas no Português também apareceram em todo o mundo, especialmente na África, na Ásia e no Caribe.
Com mais de 260 milhões de falantes, é, como língua nativa, a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Além de Portugal, é oficial em Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste e, desde 13 de julho de 2007, na Guiné Equatorial, sendo também falado nos antigos territórios da Índia Portuguesa (Goa, Damão, Ilha de Angediva, Simbor, Gogolá, Diu e Dadra e Nagar-Aveli). Possui estatuto oficial na União Europeia, no Mercosul, na União Africana, na Organização dos Estados Americanos, na União Latina, na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e na Associação dos Comités Olímpicos de Língua Oficial Portuguesa (ACOLOP).
Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e dialetos, até chegar ao estágio conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento actual, o português é a única língua do mundo ocidental  falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de 1990 pretende pôr cobro.
Segundo um levantamento feito pela Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais. Essas unidades estão dicionarizadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
O português é conhecido como "A língua de Camões" (em homenagem a Luís Vaz de Camões, escritor português, autor de Os Lusíadas) e "A última flor do Lácio" (expressão usada no soneto Língua Portuguesa, do escritor brasileiro Olavo Bilac). Miguel de Cervantes, o célebre autor espanhol, considerava o idioma "doce e agradável".
Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde as costas africanas até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes além de Portugal, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Paraguai, Namíbia, Maurícia, Suíça e África do Sul. Além disso, encontram-se em várias cidades no mundo numerosas comunidades de emigrantes onde se fala o português, como em Paris, na França, Hamilton, nas Ilhas Bermudas, Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá, Boston, Nova Jérsei e Miami nos EUA e Nagoia e Hamamatsu no Japão.
O português surgiu no noroeste da península Ibérica e desenvolveu-se em sua faixa ocidental, incluindo parte da antiga Lusitânia e da Bética romana. O romance galaico-português nasce do latim falado, trazido pelos soldados e colonos romanos desde o século III a.C.. O contacto com o latim vulgar fez com que, após um período de bilinguismo, as línguas locais desaparecessem, levando ao aparecimento de novos dialectos. Assume-se que a língua iniciou o seu processo de diferenciação das outras línguas ibéricas através do contacto das diferentes línguas nativas locais com o latim vulgar, o que levou ao possível desenvolvimento de diversos traços individuais ainda no período romano. A língua iniciou a segunda fase do seu processo de diferenciação das outras línguas românicas depois da queda do Império Romano, durante a época das invasões bárbaras no século V quando surgiram as primeiras alterações fonéticas documentadas que se reflectiram no léxico. Começou a ser usada em documentos escritos pelo século IX, e no século XV tornara-se numa língua amadurecida, com uma literatura bastante rica.
Chegando à península Ibérica em 218 a.C., os romanos trouxeram com eles o latim vulgar, de que todas as línguas românicas (também conhecidas como "línguas novilatinas", ou, ainda, "neolatinas") descendem. Só no fim do século I a.C. os povos que viviam a sul da Lusitânia pré-romana, os cónios e os celtas, começam o seu processo de romanização. As línguas paleo-ibéricas, como a Língua lusitana ou a sul-lusitana são substituídas pelo latim. Estrabão, um geógrafo da Grécia antiga, comenta num dos livros da sua obra Geographia que os turdetanos adoptaram os costumes romanos, e já não se lembravam da própria língua, sendo este o povo mais romanizado da época na península, habitando a região hoje chamada de Andaluzia, na Espanha. A língua difundiu-se com a chegada dos soldados, colonos e mercadores, vindos das várias províncias e colónias romanas, que construíram cidades romanas normalmente perto de cidades nativas.



Mapa cronológico mostrando o desenvolvimento das línguas do sudoeste da Europa entre as quais o português.
A partir de 409 d.C. enquanto o Império Romano entrava em colapso, a península Ibérica era invadida por povos de origem germânica e iraniana ou eslava (suevos, vândalos, búrios, alanos, visigodos), conhecidos pelos romanos como bárbaros que receberam terras como fœderati. Os bárbaros (principalmente os suevos e os visigodos) absorveram em grande escala a cultura e a língua da península; contudo, desde que as escolas e a administração romana fecharam, a Europa entrou na Idade Média e as comunidades ficaram isoladas, o latim popular começou a evoluir de forma diferenciada e a uniformidade da península rompeu-se, levando à formação de um proto-ibero-romance "lusitano" (ou proto-galego-português). Desde 711, com a invasão islâmica da península, que também introduziu um pequeno contingente de saqalibas, o árabe tornou-se a língua de administração das áreas conquistadas. Contudo, a população continuou a usar as suas falas românicas, o moçárabe nas áreas sob o domínio mouro, de tal forma que, quando os mouros foram expulsos, a influência que exerceram na língua foi relativamente pequena. O seu efeito principal foi no léxico, com a introdução de cerca de mil palavras através do moçárabe-lusitano.
Os registos mais antigos que sobreviveram de uma língua portuguesa distinta são documentos notariais (ou tabeliónicos) do século IX, ainda entremeados com muitas frases em latim notarial (ou latino-romance). Essa fase da história da língua, que antecedeu o surgimento de uma escrita (scripta) portuguesa autónoma foi designada por "período proto-histórico" por José Leite de Vasconcelos e "período das origens" por Clarinda Maia. Embora a escrita tivesse uma aparência "alatinada" a língua falada era o galego-português.
Os mais antigos textos escritos em português constituem aquilo que Ivo Castro chamou a "produção primitiva portuguesa" e datam de inícios do século XIII. A partir de 1255 o português foi adoptado como 'língua de registo' na chancelaria régia (no reinado de D. Afonso III.)

 
Portugal tornou-se independente em 1143 com o rei D. Afonso Henriques. A língua falada à época, o português antigo (antepassado comum ao galego e ao português modernos, do século XII ao século XIV), começou a ser usada de forma mais generalizada, depois de ter ganhado popularidade na Península Ibérica cristianizada como uma língua de poesia. Em 1290, o rei Dom Dinis cria a primeira universidade portuguesa em Lisboa (o Estudo Geral) e decretou que o português, até então apenas conhecido como "língua vulgar" passasse a ser conhecido como língua portuguesa e oficialmente usado.
No segundo período do português arcaico, entre os séculos XIV e XVI, com as descobertas portuguesas, a língua portuguesa espalhou-se por muitas regiões da Ásia, África e Américas. Hoje, a maioria dos falantes do português encontram-se no Brasil, na América do Sul. No século XVI, torna-se a língua franca da Ásia e África, usado não só pela administração colonial e pelos mercadores, mas também para comunicação entre os responsáveis locais e europeus de todas as nacionalidades. A irradiação da língua foi ajudada por casamentos mistos entre portugueses e as populações locais e a sua associação com os esforços missionários católicos levou a que fosse chamada Cristão em muitos sítios da Ásia. O Dicionário japonês-português de 1603 foi um produto da actividade missionária jesuíta no Japão. A língua continuou a gozar de popularidade no sudoeste asiático até ao século XIX.




Algumas comunidades cristãs falantes de português na Índia, Sri Lanka, Malásia e Indonésia preservaram a sua língua mesmo depois de terem ficado isoladas de Portugal. A língua modificou-se bastante nessas comunidades e, em muitas, nasceram crioulos de base portuguesa, alguns dos quais ainda persistem, após séculos de isolamento. Encontra-se também um número bastante considerável de palavras de origem portuguesa no tétum. Palavras de origem portuguesa entraram no léxico de várias outras línguas, como o japonês, o suaíli, o indonésio e o malaio.
O fim do português arcaico é marcado pela publicação do Cancioneiro Geral de Garcia de Resende em 1516. O período do português moderno (do século XVI até ao presente) teve um aumento do número de palavras originárias do latim clássico e do grego, emprestadas ao português durante a Renascença, aumentando a complexidade da língua.
Em março de 1994 foi fundado o Bosque de Portugal, na cidade sul-brasileira de Curitiba; o parque abriga o Memorial da Língua Portuguesa, que homenageia os imigrantes portugueses e os países que adotam a língua portuguesa; originalmente eram sete as nações que estavam representadas em pilares, mas com a independência de Timor-Leste, este também foi homenageado com um pilar construído em 2007.
Em março de 2006, fundou-se em São Paulo o Museu da Língua Portuguesa.


 Classificação e línguas relacionadas

 



 
Diferenças entre o castelhano e o português e diferenças entre o galego e o português..
O português é uma língua indo-europeia, do grupo das línguas românicas(ou latinas), as quais descendem do latim, pertencente ao ramo itálico da família indo-europeia.
A língua portuguesa é, em alguns aspectos, parecida com a língua castelhana, tal como com a língua catalã ou a língua italiana, mas é muito diferente na sua sintaxe, na sua fonologia e no seu léxico. Um falante de uma das línguas precisa de alguma prática para entender um falante da outra. Além do mais, as diferenças no vocabulário podem dificultar o entendimento. Compare-se por exemplo:
Ela fecha sempre a janela antes de jantar. (em português)
Ella cierra siempre la ventana antes de cenar. (castelhano)
Enquanto os falantes de português têm um nível notável de compreensão do castelhano, os falantes castelhanos têm, em geral, maior dificuldade de entendimento. Isto acontece porque o português, apesar de ter sons em comum com o castelhano, possui outros que são únicos. No português, por exemplo, há vogais e ditongos nasais (provavelmente herança das línguas célticas). Além disso, no português europeu há profunda redução de intensidade das sílabas finais e as vogais átonas finais tendem a ser ensurdecidas ou mesmo suprimidas. Esta particularidade da variedade europeia, que resulta do chamado ‘processo de redução do vocalismo átono’, dificulta a compreensão por parte de falantes castelhanos, galegos e brasileiros.
O português é, naturalmente, relacionado com o catalão, o italiano e todas as outras línguas latinas.
Há muitas línguas de contato derivadas do ou influenciadas pelo português, como por exemplo o patuá macaense de Macau. No Brasil, destacam-se o lanc-patuá derivado do francês e vários quilombolas, como o cupópia do Quilombo Cafundó, de Salto de Pirapora, no estado brasileiro de São Paulo.


Dialetos do Brasil
Há pouca precisão na divisão dialetal brasileira. Alguns dialetos, como o dialeto caipira, já foram estudados, estabelecidos e reconhecidos por linguistas, tais como Amadeu Amaral. Contudo, há poucos estudos a respeito da maioria dos demais dialetos. Uma tentativa de classificação dos dialetos foi realizada pelo Antenor Nascentes.
  • 1. Caipira - interior do estado de São Paulo, norte do Paraná, sul de Minas Gerais, sul de Goiás e leste de Mato Grosso do Sul (Sul, Sudeste e Centro-Oeste)
  • 2. Dialeto nordestino do norte - dialeto falado no norte da Região Nordeste, mais precisamente no Maranhão e Piauí, com influência do dialeto nortista.
  • 3. Dialeto nordestino do sul/Baiano - dialeto falado no sul da Região Nordeste, mais precisamente na Bahia, com influência do dialeto mineiro.
  • 4. Fluminense (ouvir) - Estado do Rio de Janeiro (capital e regiões litorânea e serrana) (Sudeste)
  • 5. Gaúcho - Rio Grande do Sul, com alguma influência do castelhano, caracteriza-se principalmente pelo uso do "tu", da segunda pessoa do plural, no lugar de "você", comumente falado nas demais regiôes do País. (Sul).
  • 6. Mineiro - Minas Gerais (Sudeste)
  • 7. Dialeto nordestino do centro - dialeto falado no centro da Região Nordeste, mais precisamente nos estados de Alagoas e Sergipe e interior do Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. As cidades de Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza apresentam um dialeto misturado (ouvir), forte influência dos dialetos paulistano, fluminense, sulista e naturalmente nordestino, devido migrantes recentes do Sudeste e Sul e nordestinos que voltam de São Paulo e Rio de Janeiro.
  • 8. Nortista - estados da bacia do Amazonas - (o interior e Manaus têm falares próprios)
  • 9. Paulistano - cidade de São Paulo e proximidades
  • 10. Sertanejo - Estados de Goiás e Mato Grosso. Se assemelha aos dialectos mineiro e caipira.
  • 11. Sulista - Estados do Paraná e Santa Catarina. Este dialeto sofre inúmeras variações de pronúncia de acordo com a área geográfica, sendo influenciado pela pronúncia de São Paulo e Rio Grande do Sul com influências eslavas no Paraná e em algumas regiões de Santa Catarina, e na maioria das regiões deste estado influências portuguesas e gaúchas. Há pequena influência nas áreas de colonização alemã com sotaque.






 MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA






 localizado No Centro de São Paulo





Trechos pendurados de Grande Sertão: Veredas, a obra-prima de Guimarães Rosa, no Salão de Exposições Temporárias do museu.




Carta de Pêro Vaz de Caminha a D. Manuel II ..sobre o achamento da terra de Vera Cruz.., 01 de Maio de 1500!!!



SONETO DE OLAVO BILAC EM HOMENAGEM À LÍNGUA PORTUGUESA


LÍNGUA PORTUGUESA


Ultima flor do Lacio, inculta e bella,
És, a um só tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amo-te assim, desconhecida e obscura,
Tuba de alto clangor, lyra singela,
Que tens o trom e o silvo da procella,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”,
E em que Camões chorou, no exilio amargo,
O genio sem ventura e o amor sem brilho!



 PAÍSES OS QUAIS A LÍNGUA PROTUGUESA É OFICIAL

Angola
Brasil
Cabo Verde
Timor-Leste
Guiné-Bissau
Guiné Equatorial
Macau
 Moçambique
 Portugal
 São Tomé e Príncipe