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Mostrando postagens com o rótulo Literatura Clássica Brasileira

Análise de Alma Solitária - Cruz e Sousa

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  "Cruz e Sousa" Nasceu dia 24 de novembro de 1861, filho dos escravos alforriados Guilherme da Cruz, mestre pedreiro, e Carolina Eva da Conceição. João da Cruz desde pequeno recebeu a tutela e uma educação refinada de seu ex-senhor, o marechal Guilherme Xavier de Sousa , de quem adotou o nome de família, Sousa. A esposa de Guilherme Xavier de Sousa, Dona Clarinda Fagundes Xavier de Sousa, não tinha filhos, e passou a proteger e cuidar da educação de João. Aprendeu francês, latim e grego, além de ter sido discípulo do alemão Fritz Müller, com quem aprendeu Matemática e Ciências Naturais. Em 1881, dirigiu o jornal Tribuna Popular, no qual combateu a escravidão e o preconceito racial. Em 1883, foi recusado como promotor de Laguna por ser negro. Em 1885, lançou o primeiro livro, Tropos e Fantasias em parceria com Virgílio Várzea. Cinco anos depois foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como arquivista na Estrada de Ferro Central do Brasil, colaborando também com diversos jorn...

Conversa de Bois - Guimarães Rosa (Resumo e Contextualização)

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  "livro Sagarana, Guimarães Rosa" Resumo do Conto  No Sertão de Minas Gerais, anda um carro puxado por oitos Bois, eles iam emparelhados em quatro juntas, são eles: Buscapé e Namorado, Capitão e Brebagato, Dançador e Brilhante, Realejo e Canindé; à frente do carro está Tiãozinho, o menino-guia, em cima do carro está Agenor Soronho, carregam uma carga de rapaduras e o defunto "Pai de Tiãozinho", o qual foi o ex-guia de Soronho. Tiãozinho vai andando e chorando a morte de seu pai, o qual a muito tempo estava adoentado, sofre também com o calor, e principalmente pelos mais tratos que recebe de Agenor Soronho,  e fica compadecido com os Bovinos, os quais são aguilhoados violentamente pelo carreiro. A estória de Tiãozinho é muito triste, ele e a família ficara dependente de Agenor Soronho, cuidava de todos interessado em se tornar esposo  da viúva, com quem mantivera já relações durante a doença do pai  e Tiãozinho sabia da traição. Nesse interim, O Boi Brilhante co...

Noites na Taverna - Alvarez de Azevedo (Resumo e Análise)

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Noite na Taverna é um conto,  obra de Álvares de Azevedo publicada postumamente no ano de 1855 em uma coletânea de textos do autor em dois volumes. De tons trágicos e cheia de fantasia, a obra é uma autêntica representante da escola byroniana do Romantismo no Brasil. Nota O livro está dividido em sete capítulos. O primeiro capítulo faz uma introdução, traça o cenário "uma taverna" e apresenta os personagens. O último finaliza a história anterior e o livro simultaneamente, dando um caráter de realidade às histórias narradas pelas cinco personagens. O diálogo inicial entre Satã e Macário, que é o final de outro livro de Álvares de Azevedo, Macário, demonstra que o que se vai ler é algo cheio de vícios. Além disso, uma característica da obra é a visão idealizada do amor, pois só o amor seria capaz de corrigir todos os males. "Manoel Antônio Álvares de Azevedo (12/09/1831 - 25/041852) foi um escritor da segunda geração romântica, contista, dramaturgo, poeta e ensaísta bra...

Análise da Poesia Ismália - Alphonsus de Guimaraens

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"Alphonsos de Guimaraens" Afonso Henriques da Costa Guimarães, nasceu em Ouro Preto, MG em 1870 e faleceu em Mariana MG, em 1921. Bacharelou-se em Direito, em 1894, em sua terra natal. Desde seus tempos de estudante colaborava nos jornais “Diário Mercantil”, “Comércio de São Paulo”, “Correio Paulistano”, “O Estado de S. Paulo” e “A Gazeta”. Em 1895 tornou-se promotor de Justiça  e, a partir de 1906, Juiz em Mariana, de onde pouco sairia. Seu primeiro livro de poesia, Dona Mística,  foi publicado em 1899, ano em que também saiu o “Setenário das Dores de Nossa Senhora. Câmara Ardente”. Em 1902 publicou “Kiriale”, sob o pseudônimo de Alphonsus de Guimaraens" Sua Obra Completa foi publicada em 1960. Considerado um dos grandes nomes do Simbolismo, e por vezes o mais místico dos poetas brasileiros, Alphonsus de Guimaraens tratou em seus versos de amor, morte e religiosidade. A morte de sua noiva Constança, em 1888, marcou profundamente sua vida e sua obra, cujos versos, melan...

Amor Platônico e Tomás Antônio Gonzaga

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AMOR PLATÔNICO E TOMAZ ANTÔNIO GONZAGA Esse texto é sobre o Platonismo e Tomás Antônio Gonzaga, o amor Platônico é desprovido de laços carnais ou paixões é um amor puro tal como a amizade, Tomás Antônio Gonzaga mistificou essa filosofia com a sua obra "Marília de Dirceu" está muito interessante esse texto pois tem comentários rápidos nas estrofes poéticas das liras. Amor Platônico  na acepção vulgar, é toda a relação afetuosa em que se abstrai o elemento sexual, idealizada, por elementos de gêneros diferentes - como num caso de amizade pura, entre duas pessoas. Esta definição, contudo, difere da concepção mesma do amor ideal de Platão, o filósofo grego da Antigüidade, que concebera o Amor como algo essencialmente puro e desprovido de paixões, ao passo em que estas são essencialmente cegas, materiais, efêmeras e falsas. O Amor, no ideal platônico, não se fundamenta num interesse (mesmo o sexual), mas na virtude. "Platão, Filósofo e Matemático Grego" O termo Amor Pla...

Senhora obra de José de Alencar e contextualização em Telenovela Brasileira

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José de Alencar José Martiniano de Alencar "Fortaleza, 1 de maio de 1829 — Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877," foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro. Formou-se em direito, iniciando-se na atividade literária através dos jornais Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar. Nasceu em Messejana, na época um municipio vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Brasil Império, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-s...