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Mostrando postagens com o rótulo Alma

Amor Distante (Poesia Lady Hannah)

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  "Amor Distante"  Amor distante, que nos deixa Ofegantes Amor distante, muito além do Horizonte, e,  Muito além de trás dos montes  Amor distante, deixa a alma  Perdida e Desiludida Amor distante, não é bom para os amantes Os quais clamam pela chama sempre acessa e com certeza Amor distante, não é semelhante a  estar  Juntos,  mas um tormento de incertezas Plenas  Amor distante, que é obstante, arrogante,  Intolerante  Amor distante, quem ama sabe esperar  Se  não ama  esquece, não padece E outro aparece ..... Por Lady Hannah

O Retrato (Poesia Lady Hannah)

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  "O Retrato" Naquela sala aberta  vejo um Retrato Pintado com cores altivas parecendo que tem vida... A figura estampada tem a Alma retratada de Alguém, a qual viveu em um momento de Gala O contorno dos traços envolventes e displicentes da aurora da vida  em um mundo paralelo, tão belo... O Retrato de uma Aura alva e antiga, a qual nos traz Curiosidade sobre a existência daquela Vida O Retrato calado  ali está  a me fitar e eu a devanear... Os finos traços, as cores, os adornos, as vestes, tudo vislumbroso e suntuoso, quero desvendar  Nos meus devaneios,  vejo a época Vitoriana, Romântica, fantasmagórica, até mesmo Gótica, tudo vem a calhar... De Quem estou relatando  os Mistérios comigo intercalando, Vossa Senhoria irá também Devanear e Desvendar  Talvez o que vemos nos retratos da vida somos nós mesmos, tentando achar  a forma de sair da inércia, a nos projetar aonde desejamos estar... Por Lady Hannah 

O Silêncio - Poesia Lady Hannah

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"O Silêncio" O Silêncio cala as palavras, Silencia o Coração Muitas vezes é precaução; Palavras são duras, à vezes sem sentido Traz desabores, Perturba os amores! O Silêncio incita o pensamento, Desperta os devaneios, É aspecto conciso e discreto Do que não quer se dizer;  Ser Imaginário, faz parte do ser, Quem não escuta o Silêncio Não sabe o que Ele diz, São reflexões para ser feliz! Nem todos podem conversar  Com o Silêncio, pois ele não  É vazio;  Está cheio de respostas, Sabedoria... Antônimo da paciência  Perdida! O que são palavras para a Alma? São sentimentos absorvidos Não pelo ouvido, mas com a  Aura calada, em cor de prata, Calma e Sensata!  Por Lady Hannah

Análise de Alma Solitária - Cruz e Sousa

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  "Cruz e Sousa" Nasceu dia 24 de novembro de 1861, filho dos escravos alforriados Guilherme da Cruz, mestre pedreiro, e Carolina Eva da Conceição. João da Cruz desde pequeno recebeu a tutela e uma educação refinada de seu ex-senhor, o marechal Guilherme Xavier de Sousa , de quem adotou o nome de família, Sousa. A esposa de Guilherme Xavier de Sousa, Dona Clarinda Fagundes Xavier de Sousa, não tinha filhos, e passou a proteger e cuidar da educação de João. Aprendeu francês, latim e grego, além de ter sido discípulo do alemão Fritz Müller, com quem aprendeu Matemática e Ciências Naturais. Em 1881, dirigiu o jornal Tribuna Popular, no qual combateu a escravidão e o preconceito racial. Em 1883, foi recusado como promotor de Laguna por ser negro. Em 1885, lançou o primeiro livro, Tropos e Fantasias em parceria com Virgílio Várzea. Cinco anos depois foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como arquivista na Estrada de Ferro Central do Brasil, colaborando também com diversos jorn...