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Mostrando postagens com o rótulo Poesia Contemporânea

Meu Pé de Morangos III - Poesia Lady Hannah

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  "Meu Pé de Morangos III" O Pezinho de morangos sobreviveu,  Nada o abateu, nem as pragas, As tempestades, o calor intenso,  E muitos desalentos... O Pezinho de Morangos sobreviveu, Ao tempo, que muitas vezes, não é A nosso favor, porém, é tempo que cura As angústias , o sofrimentos, os maus momentos... O Pé de Morangos sobreviveu, Colheu os nutrientes da terra, os sais minerais,  A água e o amor de quem o regou e amou, Tudo cultivado com apreço , cresce e resplandeça... O Pé de  Morangos sobreviveu, Para seguir as mudanças, novo vaso, Com terra renovada para seguir florescendo, E os frutos aparecendo, vermelhos,  Com aroma expressivo, sabor doce,  Assim como o amargo da vida se dissipe e  Tudo que nos agride... Composição de Lady Hannah

A Capela - Poesia Lady Hannah

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"A Capela"   A chuva cai na janela,  o vento entra na capela, onde me pus a orar, no silêncio do lugar, ouço de dentro de mim gritos a uivar, a me machucar por dentro, oh lamentos de uma alma torturada por desafetos contínuos, escuridão,  oclusão!  As lágrimas caem com a chuva,  tempestuosa,  ardilosa,  confusa, oprimindo meu coração aflito,  desiludido,  Procurando a atenção  dos Anjos e Arcanjos!  A noite na pequena igrejinha, de joelhos conto toda a minha vida desatina e num suspiro,  expiro vozes veladas e do meu espírito  e peri espírito, mergulhando em um mundo infinito, frio é sombrio ! Minhas preces são ouvidas,  não sei como aconteceu um Anjo me valeu, tão lindo,  veio me resgatar dessa angústia eterna, e de dentro da capela, tudo sumiu,   Me vi flutuando, como se estivesse voando,  ao lado do Anjo.... Uma luz brilhante emergiu , um portão se abriu,   a escuridão  desaparece...

Dia dos Namorados e Poesia

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"Meu Eterno Namorado" através de uma suave névoa, à meia luz, te espero sem medo espero o teu acalento , Me entorpecer! O tempo pára, em qualquer lugar, estamos a sós, Eu e Você! A magia do sonho ,  sinto me feliz, pois você esta junto a mim! Em qualquer lugar do tempo, do espaço, Estou a deleitar me Contigo,  Em meus sonhos estás, Comigo estás, Meu amado, Meu eterno namorado! Por Lady Hannah Prévia O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentin é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo é comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho. Em Portugal também acontecia o mesmo até há poucos anos, mas actualmente é mais comum a data ser celebrada a 14 de fevereiro. "San Valentin" História A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o a...

Angel of love - Poesia Lady Hannah

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  "Angel of love" My Sad heart  Walks in the dark I can to see only Reflexion of my shadow In light of streets Ohh Sad life Sad heart Oh God gives  light To my dark  heart Oh God gives love  To my  solitary heart The time is passing My life Is passing  How to stop the time?  Day after day, nothing change Only my solitary heart Is bitting Alive Then, God take me in   world of dreams That i can to be  dreaming   Fell  my heart shine  Stop the time with presence Of a Angel of love .... By Lady Hannah

Agora - Poesia Lady Hannah

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  "Agora" Agora, se não for agora  Não rola, não desenrola Extrapola Agora ou nunca  na penumbra ou na aurora Outrora Agora, se não for agora Nas dimensões do tempo Lamento Agora ou nunca  A vida é curta Assusta  Agora, se não for agora A flor não desabrocha Murcha  Agora ou nunca  Arriscar na decadência Sapiência  Agora, se não for agora  A vida se complica  Precipita  Agora ou nunca  É o ato de arriscar E ganhar Agora, se não for agora Persistir e  Cair  Agora ou nunca  Paradoxo subliminar  Brilhar ... Por Lady Hannah

O Morcego (Poesia Lady Hannah em Quadras Poéticas)

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"O Morcego"    O Morcego No mundo dos que voam O morcego é diferente,  Pois  mama, tem dentes É um mamífero como a gente... Animal interessante,  Fascinante; de extrema  Beleza, a qual o ser humano Abomina  e odeia; Pois no mito popular faz parte do Vampiresco,   A qual a obra de  Bram Stoker Difundiu,  é só crença, mas não é o que o povo  pensa... Dormem de cabeça para baixo, No escuro da noite fluorescente Suas asas são como um Manto  que os envolvem misteriosamente... Morcegos Vampiros, colaboram  Com a ciência, anticoagulante  em sua saliva, a qual o homem Cobiça ... Morcego das frutas e das flores ,  propagam as sementes, nos traz as doces fragrâncias  As quais o ser humano se surpreende;  Entre o sobrenatural e o real  O Morcego é um ser fantástico Que voa  sem ser ave, dá a luz  e voa, e dorme dependurado numa boa  ! Por Lady Hannah 

Manhãs frias de Verão (Poesia Lady Hannah)

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"Manhãs frias de Verão"    As manhãs frias de Verão, faz lembrar o cinza que ostenta a imensidão além do horizonte,  aonde não mais o Sol aparece com exatidão, apenas um pingo de ilusao;  os Pássaros cantam todos juntos em diferentes tons uma triste canção;  E o Sol, o qual mal aparece, mais parece o cinza do meu coração e a canção dos Pássaros  com a triste entonação, está em sintonia com as  batidas do meu coração!  As manhãs frias de Verão  faz lembrar a triste solidão de um pequeno Ser perdido  no meio da escuridão do cinza que se expande, absorvendo tudo, e o Serzinho observando:  mudo, amedrontado, estático, pensando em se esconder e sobreviver! As manhãs frias de Verão, O Vento entoa um som agudo, o qual mais parece um uivo, As copas das Árvores dançam no ritmo do vento; demonstrando a dança melancólica  do desalento;  Assim o Vento avisa:  "Que o Mundo está se  esvaindo, o que vai sobrar são somente os pe...

O Pulo do Gato - Soneto Contemporâneo

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  "O Pulo do Gato, Soneto Contemporâneo" Gato, Gatinho, que vive comigo vem de mansinho atrás do sino, a patinha no sino, que dá um estampido, um tilintar no ouvido, assusta quem vem.... Gato matreiro, entra na caixa, nas gavetas, bebe água na torneira, derruba o abajur, arranha o sofá, vai prá cá, vai prá lá e nunca deixa de pular.... Pintado de Preto,  em cima da mesa, pula na cadeira, pula na geladeira, foge prá telha e lá vai ele a desfilar e a rosnar..... Quem tem um Gatinho, concorda comigo, ele é um amigo, doce bichinho  que temos que cuidar e amar....... Lady Hannah

O Véu que cobre a Face - Poesia Lady Hannah

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  "O Véu que cobre a Face"  O véu que cobre a face  Tão Ansiada  da noiva envaidecida,  Do branco tecido  Muito alvo Às vezes guarnecida De brilhos Pedrarias finas e Safiras... O véu que cobre a face  Da Nobre, A qual encobre  As vaidades O  pano  suntuoso e negro Soa os desalento Que há por dentro ... O véu que cobre a face  Da Plebéia, A qual  esconde  Os Sofrimentos,  A falta de  cuidados E acalento ... O véu que cobre a face  Da Rainha,  Atrapalha a Coroa Confunde com as vestes Num tom vermelho, É um apelo  O poder não traz prazer... O véu que cobre a face  Da Justa,  Transparente, envolvente A face se vê discretamente, Não mente  e  muitos  Não querem ver A verdade aparecer ... Por Lady Hannah

( Poesia Lady Hannah)

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  "A Pintura" A pintura na tela  Revela a arte  De reviver um  Momento intenso  de uma ação no tempo  repleto de imagens  as quais figuras vivas  e imortalizadas  Por um artista com Sensibilidade ativa. A pintura ressalta um marco no passado  presente ou futuro No mundo pararelo, Um elo do subconsciente Consciente Irreverente  As cores  da esperança movimenta um marco  da simplicidade Simbologia da vida  a qual expressa a verdade Do que não é uma sobrevida Mas viver pela vida a  Ser vivida .... Monet, Van Gogh Não importa, toda artista traz  Sua essência para  Arte, a qual encanta nos faz imaginar, Viajar  A nos transportar  No mundo da realidade  Surreal . Por Lady Hannah

Camões, Renato Russo e Mário de Andrade

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Os Lusíadas, Monte Castelo e Macunaíma, uma possível Contextualização e Intertextualidade. Camões, Renato Russo e Mário de Andrade; Os três nasceram em épocas diferentes. Camões no Classicismo, Renato na época Contemporânea e Mário no Modernismo, mas as semelhanças entre eles são notáveis, além de físicas "Problemas na visão", morreram em casa, talento de todos são únicos e as obras conversam entre elas.                              "Camões" Luiz Vaz de Camões "1524-1580" Portugal trechos da obra "Os Lusíadas" Soneto 11 Amor é fogo que arde sem se ver Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer; É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É nunca contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder; É querer estar preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É te...